Silenciava enquanto as linhas tortas que faltavam iam sendo escritas, enquanto relia as frases intensas, revisava todos os erros, grifava os melhores trechos e admirava como numa súplica todos os detalhes ilustrados. Silenciava enquanto deixava cair suavemente a última folha suspensa para finalmente fechar o livro, embalá-lo com o material mais resistente e guardá-lo para sempre no baú de memórias.
Estou no silêncio há algum tempo. Fechei todos os livros que ainda me restavam na cabeceira. Só assim poderei iniciar novas leituras.
ResponderExcluirE ah, suas frases... Sempre lindas, sempre intensas, sempre perfeitas.